• Priscila Mori Vilanova

Sonhe sem medo!


Sonhar, desejar, fazer planos, sem criar expectativas. Esse é um grande desafio.

Somos seres criadores de realidade, as vezes duvidamos disso, principalmente quando olhamos ao redor e estamos imersos em situações que nos desagradam.

Tendemos a nos sentir vítimas do cenário ao invés de assumirmos a responsabilidade por ele. A princípio essa postura nos alivia, pois se a situação é fruto de algo externo, não há expectativa de que possamos modificá-la, temos até um certo prazer em deixar esse poder em outras mãos e nos colocarmos só a observar.

Mas o tempo vai provando que essa não é uma boa opção.

As sensações de imobilidade, frustração e incerteza vão aumentando, automaticamente nossos corpos físico, mental e emocional passam a gerar energia para desobstruir os canais que estão sendo bloqueados, então apresentamos sintomas como insatisfação, tédio, que se perdurarem se transformam em irritação, repulsa e revolta.

Neste momento mesmo nos sentindo atados a situação, chegamos a conclusão de que precisamos modificá-la, a partir dos nossos próprios movimentos. Aí nasce o desejo.

A diferença entre quem permanece em uma situação, ambiente ou cenário desconfortável para aquela pessoa que constrói os cenários que quer viver, é justamente a ousadia de sonhar.

A ação é importante, lógico, tomar uma atitude em alinhamento com o que se quer é essencial, mas sonhar é o que imprime do Universo o nosso desejo.

Mas não aprendemos a sonhar não é. Ninguém nos ensina quando pequenos como elaborar desejos sem sermos engolidos pelas expectativas.

Que aliás são criadas justamente por sermos educados a fazer um determinado esforço para conseguirmos algo. O tal merecimento.

Papai Noel só traz presente para boas crianças; ok, entendemos isso, mas quem nos diz o que é ser uma boa criança? Quem nos dita os parâmetros e com qual objetivo?

Crescemos, mas o condicionamento continua. Sonhar com algo, significa que teremos que fazer um esforço para merece-lo. E essa simples ideia nos causa expectativa.

Seremos merecedores?

O que fazer para sermos merecedores?

Pronto, o foco já não está mais no desejo, ele foi desviado.

É óbvio que certas posturas e ações serão necessárias, mas elas acontecerão naturalmente se não estiverem sob o peso da ideia de que "eu tenho quê: Ser, Ter, Fazer" para.

Um sonho consistente que nos faz seguir adiante, que nos move a cada manhã precisa ser desejado sem medo. Pela simples alegria de sonhar. Enfeitar, criar os detalhes, imaginar as cores, os sons, sentir...

Ah, o sentir. É ele que faz o sonho virar realidade, quase que instantaneamente.

Se ao desejarmos algo linkarmos com o medo de não tê-lo ou pior, com o medo de perdê-lo a sensação que estamos adicionando ao nosso sonho é o Medo. A mensagem inconsciente será: não sonhe então!

E o que é uma vida sem sonhos?

Que delícia é acordar pela manhã com a certeza de estar caminhando para a realização de algo. Não importa o tempo, não importa o "como", mas importa aquele calorzinho dentro do peito, os passos leves no chão, a cabeça nas nuvens e o foco no Bem, no Bom, que já nascemos merecedores. Entende? Não nos tornamos merecedores, já somos! Estamos aqui, essa é a prova.

Então vai, sonhe sem medo, foque naquilo que QUER sentir. O máximo que pode acontecer é você realizá-lo.

Bons sonhos!

#motivação #realização #cinesiologia #terapiaholistica

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